Sexta-feira, 3 de Março de 2006
Um segredo ?!
Agradecemos ao
Fernando pelo envio deste .

Ei, você ai, dormiu bem essa noite?
Não?
Teve insônia?
Hum ... Está se sentindo apático, pessimista,
Com crises de choro, ou as mais diversas dores?
A vida então está monótona,
Sem perspectivas?
E você que está só trabalhando pra sobreviver
E não sabe nem o que fazer com o tempo livre?
Ai ... São sintomas típicos da depressão.
Pra esse quadro, um terapeuta espanhol
Vem receitando uma coisa simples,
Mas que as vezes assusta: um amante!
É .. isso causa um espanto e até indignação.
E pra quem sai da consulta escandalizado,
O terapeuta explica
(eu adoro essa explicação dele, preste atenção):
Amante é aquilo que nos apaixona.
É o que toma conta do nosso pensamento
Antes de pegarmos no sono
E é também aquilo que, às vezes,
Nos impede de dormir.
O nosso amante é aquilo que nos mantém distraídos
Em relação ao que acontece à nossa volta.
É o que nos mostra o sentido e a motivação da vida.
Às vezes encontramos o nosso amante
Em nosso parceiro.
Outras, em alguém que não é o nosso parceiro,
Mas que nos desperta as maiores paixões,
Ai ... E sensações incríveis...
Também podemos encontrá-lo
Na pesquisa científica, ou na literatura,
Na música, na política, no esporte,
No trabalho, na espiritualidade, na boa mesa,
No estudo, ou no prazer do passatempo predileto...
Enfim, amante é " alguém ", " alguém "
Ou " algo " que nos faz namorar...
Nos faz namorar a vida
E nos afasta do triste destino de ...
Ah ... " ir levando ".
E o que é " ir levando " ?
" Ir levando " é ter medo de viver.
É o vigiar a forma como os outros vivem
- o vizinho...
É o se deixar dominar pela pressão,
Tomar remédios multicoloridos,
Afastar-se do que é gratificante,
Observar até decepcionado, cada ruga nova
Que o espelho mostra.
É se aborrecer com o calor, ou com o frio,
Com a umidade, com o sol, ou com a chuva.
" Ir levando " é adiar a possibilidade de desfrutar,
Ai ... desfrutar o hoje, fingindo se contentar
Com a incerta e frágil ilusão de que talvez,
Talvez, possamos realizar algo.
Quando? Amanhã.
Ah, por favor, não se contente com " ir levando "!.
Procure um amante, ou uma amante,
E seja também um amante
E um protagonista da sua vida...
Acredite: o trágico não é morrer,
Afinal, a morte tem boa memória
E nunca se esqueceu de ninguém...
O trágico é desistir de viver;
Por isso, e sem mais delongas,
Procure hoje um amante .
A psicologia, após estudar muito sobre o tema,
Descobriu algo transcendental:
" Para se estar satisfeito, ativo e sentir-se jovem
E feliz,
É preciso Namorar a Vida. "
" Ame ".
~ Dr. Jorge Bucay ~Argentino
(tradução do original "Hay que buscarse un Amante")
Segunda-feira, 20 de Fevereiro de 2006
Segredos
Agradeço pela mensagem enviada.
Falha de comunicação:
Uma senhora idosa parada ao lado da rua, está confusa e hesitante com a
tentativa de fazer a travessia diante de um tráfego intenso.
Temerosa, ela não conseguia sair do lugar.
Finalmente apareceu um cavalheiro que, tocando-a, perguntou se poderia
atravessar a rua com ela. Alegre e muito agradecida, a senhora tomou seu
braço e juntos partiram em direção ao lado oposto.
Foi então que ela começou a ficar mais apavorada ao ver que o cavalheiro
ziguezagueava pelo meio da rua enquanto buzinas soavam e freios eram
acionados com motoristas dizendo palavras ofensivas.
Quando finalmente chegaram ao outro lado, ela, furiosa, lhe disse:
- "Você quase nos matou. Você caminha como se fosse cego!"
- "Mas eu sou. Foi por isso que lhe perguntei se poderia atravessar junto
com a senhora."
Isto nos faz pensar... quantas vezes somos mal entendidos ou entendemos mal!
"Comunicação não é o que a gente fala,
mas sim, o que o outro entende".
Enviada por Tereza de Petropolis
Quinta-feira, 9 de Fevereiro de 2006
Um Minuto de Meditação
O Guardião do Mosteiro
"O Senhor é o meu Pastor; nada me faltará."
(Salmos, 23:1)

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Certo dia, num mosteiro zen-budista, com a morte do guardião, foi preciso encontrar um substituto. O grande Mestre convocou, então, todos os discípulos para descobrir quem seria o novo sentinela.
O Mestre, com muita tranquilidade, falou:
- Assumirá o posto de monge quem conseguir resolver primeiro o problema que eu vou apresentar.
Então ele colocou uma mesinha magnífica no centro da enorme sala em que estavam reunidos e, em cima dela, pôs um vaso de porcelana muito raro, com uma rosa amarela de extraordinária beleza a enfeitá-lo. E disse apenas:
- Aqui está o problema!
Todos ficaram olhando a cena: o vaso belíssimo, de valor inestimável, com a maravilhosa flor ao centro! O que representaria? O que fazer? Qual o enigma?
Nesse instante, um dos discípulos sacou a espada, olhou o Mestre, os companheiros, dirigiu-se ao centro da sala e...ZAPT!...destruiu tudo, com um só golpe. Tão logo o discípulo retornou a seu lugar, o Mestre disse:
- Você é o novo guardião. Não importa que o problema seja lindíssimo. Um problema é um problema, mesmo que se trate de uma mulher sensacional, um homem maravilhoso ou um grande amor que se acabou. Por mais lindo que seja ou tenha sido, se não existir mais sentido para ele em sua vida, deve ser suprimido.
Muitas pessoas carregam a vida inteira o peso de coisas que foram importantes no passado, mas que hoje somente ocupam espaço - um lugar indispensável para criar a vida. Os orientais dizem:
"Para você beber vinho numa taça cheia de chá, é necessário primeiro jogar o chá fora para, então, beber o vinho. "
Ou seja, para aprender o novo, é essencial desaprender o velho.
Limpe a sua vida, comece pelas gavetas, armários até chegar às pessoas do passado que não fazem mais sentido estar ocupando espaço em sua mente. Vai ficar mais fácil ser feliz.
( Roberto Shinyashiki )
Colaboração recebida da Crislaine Brum Goulart
Deus nos abençoe...Enviado a VC, carinhosamente pelo
¹BOM DIA
Desejando receber uma oração/
que oremos a favor de uma causa sua.
Convite a você:
1bomdia-subscribe@yahoogrupos.com.br
Sexta-feira, 3 de Fevereiro de 2006
Como Pode Um Peixe Vivo Viver .....
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O Primeiro Parágrafo do Direito Universal é que diz que todos têm o mesmo direito perante a Lei. Qual o crime em se nascer Baleia? E os seus Direitos? Em pleno Séc XX a imagem e semelhança do Criador exterminam por alguns centavos com seres que habitam os oceanos. Antigamente acreditava-se que DEUS enviava terremotos, Furacões como uma forma de demonstrar a sua revolta. Veja os matadores de Baleias de onde são?
DEFENDENDO OS NOSSOS OCEANOS
Confissões 5.892
Grato pela permissão que nos deu para expor a sua confissão.
"
Um chute no balde, um arremesso do ódio ao ar. O que era importante? Ser um diplomata, ser um astro, ser um ricaço, ser feliz seria a resposta exata. Feliz? Com posição social, destaque na mídia, ótima conta bancaria, um carro caro, uns amigos ou dizem ser, o quê?
Nada lotava e terminava com o vazio no interior. Pagar um detetive deve ser isso. Preciso de um detetive que me descubra o caminho para a Felicidade. Ligar para secretária, isso. O telefone toca alguém do outro lado atende [mas eu devo estar louco]. Pedir à secretária que procure um detetive para achar o caminho da Felicidade? Anda pra lá, anda pra cá. Vou ocupar o tempo que está ocioso. Farei um blog. Ligações são feitas, o departamento de CPD atende, um jovem é destacado para atender ao chamado, trocas de idéias, de caminhos. Algumas informações, alguns clicks, pronto estava feito o blog. Tudo corria aparentemente bem. Agora um grande problema, se colocar o seu nome todos irão saber, daí terá uma atenção falsa, pois estará o diplomata, ou o ator, mas nunca o homem. Olha pela janela de seu escritório e vê a embaixada dos Estados Unidos, pronto já tinha o nick. Tudo pronto.
Os dias, as matérias, os contos, as historias, mas não parava de se sentir vazio. Onde está a Felicidade? No sexo, na bebida, nas baladas, nas noitadas, não tudo isso já havia feito, era um remédio sem resultado. Nas orações? Mas nem a igreja podia ir, como encontrar? Na ida para um sítio no interior Rio de Janeiro, Brasil, pode sentir o aroma da mata, o sorriso de uma criança, e andar como nunca livre como um pássaro.Olhou as estrelas, tomou banho de chuva, caiu na lama, comeu laranja tirada do pé, começava a se sentir Feliz. Os caseiros foram embora, era domingo dia de folga. O silencio o pegava. Bastava um telefonema, tudo estava aos seus pés. Pegou no aparelho e parou, em lágrimas não tenho o numero da Felicidade. Caído em desespero se pega falando: - Ó Deus que tudo fizeste, que me deu a riqueza que tenho, o poder que possuo, que tens olhos e creio que possas ver, pois quem criou os olhos não vê? Creio que possas me ouvir, já que criaste os ouvidos, escuta-me.
Assim naquele instante se quebrantou na sua oração. Acabou dormindo. Dia seguinte de volta ao seu escritório pode ver o mar azul lindo ficar vermelho não com a morte da baleia, mas de vergonha do ser humano.Que se diz racional. Será esse o caminho da Felicidade?
Você sabe qual o caminho para a Felicidade, ajude.
Sábado, 28 de Janeiro de 2006
Ponto Final
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- Há um ponto final em cada ser
Onde as interrogações, as reticências, as exclamações
Se fundam, num momento do querer.
Desfazem-se os mistérios, as razões,
Rompem-se os sentimentos, as emoções,
Invadem as Imaginações
Derrotadas pelas frustrações
Um ponto, uma conclusão.
Em cada interior, quando chega.
Não por ser fim, mas principia.
Uma nova fase do coração
Se ao invés dos pontos
Houvesse somente virgulas
O sujeito da oração da vida
Seria uma pessoa amada
Mas os pontos finais existentes
São armas seguras, cruéis,
Disparadas pelo orgulho
Desmentidos pela mente.
Pontos, oh! !Pontos! ...
Não serão tatuagens na minh'alma
Mas meras portas para o amanhã
Como flores e angústias anãs
Repousado na esperança com cama,
Serei guerreira, uma só.
Nunca no Ponto final
Mas na Palavra inicial
Amor sem nó.
Agradeço ao amigo= Autor:CFrid =pelo envio do poema.
Quinta-feira, 19 de Janeiro de 2006
Confissão 2122
Sou grato ao amigo 2122, por ter permitido o uso de sua história em o meu Confessionário.
Os nomes aqui são fictícios.

O sol surgia no horizonte. Mais um dia se apresenta. E Manuel estava ali sentado em sua cadeira de rodas, mesmo não querendo os pensamentos da época que andava e podia correr na beira da praia o atormentava. Horas e horas de grandes revoltas e depressões o cercavam constantemente, se sentia um inútil. Chegara à hora. A mãe vinha abria a porta e ele em suas rodas passa pela abertura indo para a calçada junto à praia. Parava admirava aquela vastidão de água, o reflexo do sol e toda aquela beleza que passeava em sua alma.
Estava ali como de costume, só que dessa vez um pouco mais cedo. Os quiosques não abriram ainda. Os vendedores não chegaram, nem o carro da limpeza passara ainda.
O que fazia aquela jovem na areia. Tão bela, numa vestimenta atraente.Seu caminhar não era seguro, parecia tonta. De repente foi um casaco para o ar, um sapato, e assim toda a roupa ficando só com as partes íntimas. Caramba! Ele nunca tinha visto uma mulher em trajes assim. Na mesma velocidade que a alegria chegou ao seu coração, chegou também
uma preocupação, mas o que estaria ela fazendo. Seus pensamentos foram abraçados pela dor de sua impotência, as lições que os sacerdotes o deram vinha à mente, mas por que? Sem perceber se deparou orando, numa angustia só. Estava sozinho, não havia uma alma viva se quer por perto caso aquela mulher viesse precisar de socorro quem iria salvá-la?
Lembrou das aulas de fisioterapia, de que estava dando alguns passos, mas isso não seria o bastante para uma ocasião de emergência. Suas rodas o levaram a ficar numa linha reta com a jovem. Olhou sorridente querendo ser notado e possivelmente poderia fazê-la sair daquela água. Quando viu os braços acenando, um grito rasgou o céu. Estava dentro do que mais temia. Impulsionado pela dor, entrou com suas rodas na areia. Os braços já ardiam, mas a terra fofa travava sua caminhada. Lágrimas já brotavam nos olhos e rolavam pela face.
Força, força, ela precisa de você, vamos! Próximo à água, a cadeira lançou-o ao chão como num ato de revolta ou recusa, quem sabe? Deitado naquela areia úmida se rastejava que nem uma cobra. Os gritos vinham como uma marretada em seus ouvidos, de tão forte.
Chegou na água, ali ele era o campeão. Braçadas firmes, ritmadas, o fizeram chegar ao corpo seminu feminino. Retornou forçando em um dos braços somente.
Até a beira ele conseguiu trazê-la. Mas as ondas não paravam e ela ficava indo e voltando. Numa intensa agonia, pelejava para tirá-la da água. Desesperado gritou e gritou, mas ninguém respondia. Sabia que tinha que retirá-la dali, pois caso contrario iria morrer afogada ali, de nada estava valendo a sua luta. Num esforço sobrenatural, começou a falar e o som foi tomando vida. Tudo posso naquele que me fortalece. E mais uma vez, e mais uma vez. Foi erguendo o corpo como na fisioterapia, e aquelas palavras pareciam ser uma coluna para ele, que conseguiu ficar sobre as pernas. Não estava como na clínica, pois agora trazia um corpo desmaiado de uma mulher em seus braços. Tinha que chegar até a areia seca.
Ufa!!! O corpo depositado na areia recebia a massagem que ele sabiamente aplicou. Respiração boca a boca, e todo o procedimento de reabilitação. Ela colocava a água para fora. Deu uma tossida, estava fora de perigo. Num piscar de olhos vários salva-vidas apareceram, retiraram a jovem de junto dele, colocaram em um carro e sumiram.
Ele voltou a ficar só, com muito esforço levantou sua cadeira sentou e retornou a calçada.
Horas depois estava ele indo para casa, pois o período de sol acabara, quando passando pelo posto de salva-vidas pode ouvir a jovem saindo de um carro agradecendo aqueles homens pela sua vida. Fechado em seu mundo pode ver como o ser é pobre. Ele só tinha uma deficiência nas pernas, mas aqueles eram aleijados na alma.
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Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2006
Confissões 310
Sou grato ao amigo 310, por ter permitido o uso de sua história em o meu Confessionário.
Os nomes aqui são fictícios.
Uma jovem muito bela sonhava em se enamorar e fez o seu príncipe encantado. Como de costume a sua família colocava alguns nomes e iniciais num pedaço de papel, cada um em um papel. Depois os dobrava colocando-os numa sacolinha e prendia-os na parte de traz da porta de entrada. Passado os três dias da lua nova, pegava os papeis e assim dobrados jogava-os em uma vasilha com água. O que abrisse primeiro era a inicial ou nome do príncipe. Dia seguinte levantou-se as pressas foi ao vasilhame e lá estava a letra bem aberta e era uma só, J. Esbanjando alegria telefonou para seu noivo João.
-Viu eu não tinha dito, a letra é a sua J, É com você, meu amor.
Os dias correram e o casal entrou em crise. Foram palavras duras de ambos os lados voando na frente de pessoas estranhas até. Pronto estava desfeito o noivado. Chorava muito, e o seu pranto envolvia uma entrega total sem barreiras. Nesse período de zanga, mágoa e orgulho, conheceu o Antonio. O jovem novato era um rapaz com traços fortes e envelhecidos, não chegava à beleza do João.
Estava só precisando de alguém para sair e se divertir. Pensou, pensou e acabou chegando à conclusão que Antonio poderia lhe servir bem aos propósitos. Assim saíram, passearam, os meses passaram, até se sentir satisfeita como fêmea, mulher, uma sensação que João nunca havia despertado nela, Antonio o fez. Feliz o jovem pediu a sua mão em casamento.
Ao ouvir tal proposta saiu do sério, passou a agredi-lo com palavras.
-Com que direito você se vê capaz de me cortejar para um casório? Você não passa de um passatempo, nada mais.
Uma punhalada certeira. O coração recebeu aquela bomba atômica, se desfazendo em fragmentos imensos. Arrasado deixou-a na porta de sua casa, contra a vontade dela, saindo para longe.
-O que você pensa que está fazendo? Quem lhe pediu para me deixar aqui?
Essas foram às últimas palavras que ouviu dela. Naquela mesma noite João se dizendo arrependido lhe procurou. Não demorou dessa feita para sair o casório, tão sonhado por ela. Aquele homem lindo, uma imagem de fazer qualquer mulher se atirar aos pés dele. Enquanto o Antonio nunca poderia ter tais condições.
Quando soube do anuncio do casório, Antonio, se ergueu em ódio, desejo de vingança, deixando toda a sua mágoa vir à tona em forma de ira. Queria vê-la destruída, enferma, aleijada pedindo-lhe ajuda, esse e outros desejos rondaram sua mente, até de quebrar o carro da noiva. Só que enquanto dava vida aos instintos esquecia do que fazia, o pé resvalou no pano no chão da cozinha de sua mãe, na queda o braço bateu em uma panela de gordura. Não poderia ser pior!
Agora, estava em um hospital com os braços, o peito, as mãos, o rosto todo enfaixado. Aquela panela continha óleo quente, muito quente. Pensamentos de morte rondavam a sua mente. Sabia que era um homem feio, queimado então seria muito pior, um mostro provável. Suas lágrimas não conseguiam consolá-lo.
Uma jovem atendente ao vê-lo sofrer chegou de mansinho pouco a pouco até lhe dar um folheto onde dizia:
-O que é impossível aos homens é possível para Deus.
Tais palavras o levaram a uma revolta tremenda. Que Deus é esse que o deixara sofrer assim. Suas reclamações geraram a retirada da jovem atendente daquele setor, não estaria em contato direto com ele. Mas ela deixou outro folheto, enquanto ele dormia. Ao acordar deparou com mais uma palavra só que dessa feita o tocara.
- Se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá, e há de passar; e nada vos será impossível.
Naquela tarde pensativo, deparou com uma psicóloga que o instruiu e o conduziu a fazer e, a saber, que seria tão belo por fora como o era por dentro. Dessa feita teria que trabalhar o seu coração. Naqueles dias depois de perdoar aquela jovem ingrata, de aprender que ele valia muito mais que uma simples paixão, pode conhecer uma cirurgiã que estava ali convocando pacientes para uma nova técnica de plástica, mas que tudo começava no tratamento do coração primeiro.
EM fim, ele fez a operação, escreveu um livro de tudo que passou. Um tremendo sucesso. Na noite de autógrafos do seu segundo livro, quem estava ali na fila, ela, a ingrata, que por mais maquiagem, roupas e todos artifícios da medicina estética não conseguia esconder à pobreza espiritual que a cercava, além dos maus tratos que o seu João a dava, até ali na frente de todos. Vendo Antonio, sentiu o peso do arrependimento e da má escolha, que tirou-lhe algumas lagrimas.
Aline, aquela atendente, hoje casada com o Antonio, não se cansa de agradecer a Deus pelo marido maravilhoso que possui.
-Essa beleza, não surgiu na cirurgia não, ninguém pode fazer plástica no coração, é a
beleza dele, natural mesmo. E eu o amei feio, todo queimado, deformado, arrisquei tudo por esse amor, hoje sou feliz. Graças a Deus; [Dizia ela com orgulho aos repórteres].
Quarta-feira, 11 de Janeiro de 2006
Confissões 1401
Dividirei com todos vocês que chegam aqui, à confissão que me foi enviada, obrigado ao 1401, pela liberação.
Os nomes aqui são apelidos que damos para preservar a privacidade do Confessionário.

Um casal vivia em uma pequena cidade do interior, onde o recurso médico-hospitalar estava reduzido, não havendo um serviço bom de maternidade.
A jovem esposa estava grávida de sua filha tão esperada, por cinco longos anos foi convencendo ao filho primogênito da chegada e aceitação daquela menina com a qual perdia noites em sonhos. O garoto vibrava, passava a mão constantemente na barriga da mãe e conversava com a então Ariel, assim se chamaria. Por mais que a mãe dissesse
que era ainda uma semente, nada mais, o pequenino fazia o seu ritual diário, e falava ao umbigo:- Não liga não, a mamãe não é mais criança, né?
Numa das manhãs o corpo se rebelou, os vômitos chegaram, até o relógio se recusava a marcar, pois já não conseguia mais saber de tantas idas e vindas ao banheiro. Era a noite que fechava os olhos, ou o sol que se escondia todos buscavam se esconder para não presenciar mais aquele vai e vem ao banheiro, os vômitos, o desespero daquela família.
Era sol, era lua, os ventos as brisas, e assim os dias passavam e nada mudava.
O médico local, um clinico geral e obstetra, constatou o problema que inicialmente era normal, coisa de grávida, por não haver mudanças no quadro, acabou por gerar uma hiperêmese gravídica.
Muitos de nós não sabemos o que seja isso, pois bem, hiperêmese gravídica. = As náuseas e os vômitos são os sintomas mais comuns e precoces após a concepção. Relacionados com a sobrecarga de hormônios circulantes, podem ser desencadeados por vários fatores, como a escovação dos dentes, alimentação excessiva, determinados alimentos ou problemas emocionais Em alguns casos, os sintomas podem persistir, tornando-se intensos e debilitantes, levando a complicações graves, como a desnutrição, a desidratação e o desequilíbrio eletrolítico, entre outras. Quando isto acontece, o problema é denominado hiperêmese gravídica e requer cuidados médicos.
Não havia mais como ficar só,o marido busca auxilio com a família, ninguém disponível, todos estavam ocupados demais para prestar um socorro. Buscou uma ajuda com alguns conhecidos que também negaram a ida de suas esposas para os ajudar. Estava sozinho com a sua esposa sem poder ficar só, e tendo o filho para cuidar, só houve um jeito largar o trabalho. Voltado totalmente ao lar, não pode manter a empregada já que estaria sem ter como pagar. Assim foram os dias.
Amanhã surgia, lá estava ele com a esposa e filho dando entrada no posto de saúde local, ali ela ficava no soro, enquanto ele ia levar o menino para a escola pública. Depois voltava para o posto. Por volta das doze horas ele saia, apanhava o garoto na escola, passava no posto levando a esposa para casa.
Era chegar em casa fazer o almoço, arrumar as louças, varrer o imóvel, cuidar do menino. Não passava das duas horas da tarde lá estava ele no posto de volta com a esposa para o soro, pois estava sem parar de vomitar. As cinco da tarde iam para casa, às sete horas voltavam, as dez da noite eram obrigados a saírem, pois não podiam permanecer por não ser um hospital. Chegavam em casa ela voltava a deitar, mas o ritmo retornava a noite quase toda. Ele o marido já não dormia, e os riscos de dirigir assim estavam ficando maiores. Dessa forma passou a mudar o ritual. Passava a levar a esposa de manhã e o filho, deixava um no posto e o outro na escola, voltando para casa para dormir. Eram às quatro horas mais preciosas do dia para ele. Não dormia , desmaiava.
Assim foram dias, ventos, sol, lua, o tempo passava. Numa manhã o médico chamou-o em particular.
- Sua esposa está com um problema sério, muito sério. O município não está aparelhado para um caso desses, é uma gravidez de risco, poderá ser uma gravidez de muitos traumas. Ela está debilitada até para um aborto, estou lhe colocando a realidade em suas mãos para não manter esperanças. Aconselho a escolher entre a esposa e a filha, pois certamente uma não ficará.
Não houve mais as horas preciosas, alguém havia colocado uma bomba atômica no celebro dele, tudo ficava turvo, o sol estava negro, nem o vento soprava mais.
Na sua mente de macho, que não podia chorar tinha de ser forte. Havia um menino na história e ele precisava ter um exemplo para quando crescer poder ser forte. Mas os pensamentos se tornavam uma lamina afiada firme que ia e voltava, trazendo dores a cada vírgula. E agora, o que fazer? Era um homem que tinha vivido muito, muitas mulheres, muitas noitadas, muitas boemias, e se desfez de tudo para viver aquele amor, ela havia sido o presente dos céus para sua vida. Ninguém tinha o cheiro, os lábios, as zangas iguais a dela. Havia largado amigos, hábitos, conceitos tudo pelo casamento. Lembrava com grande riqueza de detalhes o dia que pediu uma prova de amor para ela. Trazia cada segundo, cada pedacinho daquele corpo até então virginal, que se colocava em suas mãos. Chegavam suaves as palavras do momento quando declarou que se a quisesse poderia ter, mas que o seu sonho era ter uma noite de núpcias a moda antiga, com luz de velas, som ambiente, e muitos beijos. Em meio a esse pedido mesmo se achando um bobo resolveu respeitar. Saboreando as lembranças daquela noite linda, com som ambiente, luz de velas, aquela rainha saindo do banheiro em seu traje de dormir com o corpo frio que chegava a tremer as pernas. Buscando o motivo de tal temperatura ouviu que o medo era vilão de tudo. Aquela noite chegava fazendo-o babar de emoção. O nascimento do primeiro filho, das noites encaloradas, das manhãs friorentas, do sorriso, do olhar, tudo começava a ficar meio escuro. A quem recorrer? Seria certo escolher a esposa? Mas foram cinco anos ouvindo ela falar do sonho de ter uma menina, uma filha com a qual iriam certamente dividir suas idéias, dons, etc... Sentado ali na copa com o rádio ligado, buscava e rebuscava uma solução.
- Você amigo que está passando por momentos difíceis, muitas dores. Parece que recebeu a notícia que seu parente está entre a vida e morte, seja um filho, a esposa, o pai, a mãe, saiba que DEUS é maior...- Assim saiu do rádio aquela voz. Ele parou e sem ter muita resistência ouviu mais um pouco. Aquela voz contava uma passagem do Livro Sagrado, quando soou em seus ouvidos entrando até o coração.
O coração disparou a ouvir:- Disse-lhe Jesus: Não te hei dito que, se creres, verás a glória de Deus? Assim ouvia dizer que um morto ressuscitara, isso era possível?-questionou em seu coração.
Chegou a sentir um calafrio na espinha, uma interrogação surgiu:- E agora?
O rádio fala:-Coisa imutável, que é impossível que Deus minta.
Desligou o rádio. Estava resolvido. Não tinha mais dúvidas. Pegou o telefone, perguntou quanto tempo levaria a locomoção da esposa daquele Município para a Capital. A notícia foi desanimadora, mais de uma hora, como? Ela vomitando direto, e aí? Tinha que dar uma solução. Pediu a um parente que trouxesse o seu carro que era mais macio, menos duro na estrada, maior para levá-la. Estava tudo acertado com o hospital da Capital, carro para levá-la, bastava o médico dar uma medicação que a fizesse parar por duas horas aquele movimento e tudo estava solucionado. Sorriu. Saiu buscou o menino na escola, e foi para o posto. Chegou e contou ao medico, os seus planos.
- Meu amigo, sua esposa não vai conseguir, e aí nem ela e nem o bebê. Isso é um crime que o senhor está querendo fazer, eu não posso permitir.
- Doutor, aqui a criança ou ela morre. Mas na verdade ela morrerá por perder a criança, assim nada muda, se aqui ela morre e se tentar ela morre.[As lágrimas desceram naquela face de macho.]- Mas eu irei levá-la com a sua permissão ou não, sou o responsável por ela e não o senhor. Poderá morrer, mas o farei lutando.- Ela só sai desse posto se assinares o termo de responsabilidade hospitalar.
Assim o fez. Dali partiram em direção a casa.
O carro já estava a porta aguardando-os. Entraram e saíram em direção a Capital. No meio do caminho os lábios da amada ficaram sem cor. Ele mandou parar o carro, ela estava gelada, os olhos fechando, o corpo ficando mole, como que dormindo. Entraram na estrada para o Município vizinho por onde estavam passando. Chegaram a uma clinica, lá estava um especialista naqueles casos que por ali passava só em visita a sua paciente que estava internada. Ao ver chegar aquele homem com a esposa ao colo, o corpo solto como um monte de pano molhado. Resolveu atendê-los por sua livre vontade.
Hoje, Rita vive com Sonia, Silas, Saulo e Carlos seu marido,correm todos os dias na beira da praia, num só sorriso. Carlos afirma que não podia perder o que ele mais amava, pois não seria uma só morte, mas a de todos, assim deixou falar o seu coração. Hoje agradece pelas palavras que o fizeram ver, que sem ela nada teria sentido.
Sexta-feira, 6 de Janeiro de 2006
De um Casamento
Quero fazer um agradecimento especial neste meu primeiro post a minha amiga £µåM¢£ do blog
**CantinhoDaLuaMel** e ao Embaixador e sua esposa, meus amigos do blog
**O êxtase** por terem me incentivado e apoiado para que o blog
Meu Confessionário esteja no ar.
Vamos lá então para nossa primeira confissão !
Confissões de um Casamento
Trataremos ele o marido como Albert e ela a esposa como Ruth, nomes fictícios.
Estavam casados por mais de dez anos, quando subitamente, ela engravidou. Não estava nos planos, filhos criados, já adolescentes, uma gravidez é muita luta, uma mudança radical de atividades, uma loucura. Não podia ser, pensou ela. Mas os exames atestaram, estava grávida. Agora era se preparar para receber aquele ser. Todo um Universo foi reconstruído, quarto com decoração especial, muita música, alimentação balanceada, tudo saudável.
Ele vibrava. Ela já remava, estava com as dores, um barrigão enorme, dificuldade no andar. A expectativa era grande. Mais um menino, mais um orgulho para Albert, q sorria satisfeito. Chegam ao hospital. Tudo estava preparado, teria q ser uma cesariana. Tudo transcorria bem até quando por coisa do destino quem sabe, o bebê passou a dar um trabalho q gerou várias providências rápidas e sérias. Ruth retorna ao quarto com graves dores nas costas. Naquela madrugada Albert dormia no quarto como acompanhante quando pode presenciar a agitação no berçário. O bebê teve q ser operado, corria o risco de morte, mas a operação não dava grandes esperanças de sobrevivência ao bebê. O coração de pai apertou, não conseguia entender muito bem, mas sabia q não o veria mais, dito e feito. Horas depois chegou à certeza da morte do mesmo. Junto ao corpo ali naquele necrotério, colocado sobre aquela mesa fria de cimento, aquele minúsculo ser deitado coberto por um lençol azul. Ali, Albert se dobrou com a enorme dor de uma facada, ou quem sabe um machado pesado abriu ao meio. A dor vinha do dedo do pé, subia e crescia de intensidade. Não conseguiu se segurar e caiu chorando sobre aquela pequenina porção de carne fria sem vida. Num gesto de revolta, desespero, dor, agonia, e impotência, rasgou a sua camisa. Parecia q a mesma estava lhe enforcando. Não tardou, um grito rompeu a noite e, pois a correr o silêncio. Foram horas de pranto.
Familiares chegam ao local e com muito carinho consolava o sofrido peito dilacerado.
Ruth estava deitada buscava se restabelecer da cirurgia.
Todo o velório, enterro foi cuidado e feito sem que as crianças pudessem participar e com medidas sérias para q Ruth não viesse, a saber, antes da alta médica. Despediu-se de seu mais novo filho. Estava tudo consumado.
Foi levado a fazer a barba, mudar a roupa, tomar tranqüilizante e ir ter com Ruth como nada houvesse acontecido.
Substituído pela cunhada na vaga de acompanhante no hospital, pode descansar daquele pesadelo. A pedido médico Ruth permaneceu no leito por mais cinco dias, para sair dali sem traumas ou qualquer coisa que não fosse uma saúde perfeita.
Normalmente, são três dias no máximo a internação de uma gestante, por que mais cinco dias, questionava Albert.
Como um homem que lê muito aproveitou que a esposa dormia e pegando o pente, levantou o lençol dela alcançou os pés e com muito cuidado, passou o pente de cabelo na sola dos pés dela. As dores da perda ainda eram vivas. Os olhos cresceram, e uma tremedeira começou a tomar conta dele. A esposa estava dormindo e dormindo ficou.
-Albert, controlasse...controlasse...[respirou fundo] enquanto falava a si mesmo.
Movido pela firmeza da busca pela verdade, pegou um alfinete de fraldas, abriu. Depois alcançou novamente os pés dela e fincou a ponta mais fina na carne dela. O sangue brotou da sola dos pés, mas ela dormindo estava e dormindo continuou.
Aquela constatação foi como um golpe na ponta do queixo, foi nocauteado. Não teve como dominar as pernas e o chão foi o seu limite. Sua queda trouxe a enfermeira q o auxiliou a levantar. Posto de pé o guerreiro surgiu e num mover de ódio, fúria ou traição rompeu o corredor daquele hospital em busca do médico cirurgião. Não tardou para descobri-lo na sala dos médicos, sentado como o mundo estivesse aos seus pés. Albert aquele homem fino de educação nobre estava abatido por um nervoso e violento ser. Não houve como escapar, ao entrar na sala e se deparar com o médico sentado na cadeira com os pés apoiados sobre a mesa, descarregou com o pé um golpe firme sobre a cadeira. O móvel correu pelo piso e arremessou o médico ao chão. Assustado busca defender-se do ataque daquela fera, como denominou sr. Albert.
Depois de muita conversa acabaram chegando a um consenso, muito dura para ele, sua esposa era mais uma vítima da anestesia Haker, [aquela q é aplicada na coluna].
Agora o pedaço do chão q ainda restava lhe havia sido tirado. Sem esposa, sem filho. Não era bem assim alegavam, mas uma mulher numa cadeira de rodas era a mesma coisa.
TRES ANOS DEPOIS
Filhos viajam para o exterior para estudarem por lá, só voltariam três anos depois. Agora, o ruim ficava pior, pois só seria ele e a esposa movida a rodas.
Parado em seu escritório doméstico de onde passou a administrar todos os seus bens para não ficar longe dela. Deixou vagar os seus pensamentos. Debruçou-se no seu namoro, no seu noivado, no dia do seu casamento, na sua viagem de lua de mel, os sorrisos os encantos, a luta q tiveram juntos para vencer, ela sempre ali firme, uma mulher de fibra, uma amiga de fato.
Estava fiel a ela, pois ainda estava morto por dentro, mas nos últimos dias algumas imagens estavam mexendo com ele, mas a idéia de outra mulher o agredia. Era terrivelmente apaixonado pela esposa. Agora um corpo amargo, sobre rodas. Não havia mais os sorrisos, as brincadeiras, a mulher forte e amiga. Agora, era um poço de palavras duras de sentença pela morte do filho, por ter querido aquele filho, em meio a tanta dor e sofrimento fez uma súplica a Cristo, tudo nele pedia uma solução precisava de um caminho para sair da dor.
De repente teve a sensação de ouvir: O Que Deus Ajuntou Não Separe O Homem. Levantou uma dúzia de dúvidas.
Novamente a sensação: Deus É Amor. Buscou em todos os cantos daquele lugar, mas não pode parar de ouvir: Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Parou assustado.
- Quem está aí? Saia. Vamos!
Ninguém saiu. Mas ele passou a pensar. Não podia continuar como o pobrezinho coitadinho, sem amor, não sabia viver sem ela então tinha q ter um jeito, e esse jeito era com ela.
Mandou o motorista preparar o carro. Pegou a esposa, como a mesma não podia se defender pode conduzi-la para onde queria.
Mesmo entre tapas e mordidas e palavras duras a levou até o carro. Havia uma festa a qual haviam sido convidados. Quando lá chegaram todos ficaram assustados, quanto tempo fazia que eles sumiram? Quando a música começou a tocar, ele a agarrou, a trouxe até o peito, colocou os pés dela sobre os dele, com a gravata amarrou em sua cintura e começaram a dançar. Muita luta muito choro, mas foi indo as pessoas aplaudindo o casal, ele se alegrando e a noite virou uma fantasia. Assim passou a ir a praia com ela e ela de maiô, e ele fazia questão de levá-la até a água, brincar com ela, até o sorriso brotar. Foi na churrascaria, foi no hotel, na festa no bar, para jogar bilhar, em fim procurava demonstrar o orgulho q ele tinha daquela mulher.
Não era uma coisa falsa, ele realmente se sentia bem. Na última noitada chegaram e a alegria foi tanta q o corpo dele solicitou o dela e ela não impôs barreira. Daquela noite em diante ela passou a lutar para querer andar e hj, vive correndo jogando bola com os netinhos. Tudo porque Não esqueceu do seu Amor, que não estava nas pernas dela, mas naquela alma, naquela pessoa muito além do corpo que era Ruth, a sua amada.